A Nova Economia e
Competitividade
(Dep. de Economia
e
Universidade
Regional de Blumenau- FURB, SC-Brasil
O objetivo da presente página é
oferecer opções de leitura e referências para discussão do tema A NOVA ECONOMIA E COMPETITIVIDADE. Os tópicos estão
classificados por assunto, conforme a tabela abaixo. Todo os
arquivos disponibilizados estão no formato original (.DOC , .PPT ou .PDF). Para
evitar conflitos e problemas sugerimos o uso do Browser IExplorer da MicroSoft.
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Coordenador: Prof. Dr. Pedro Paulo Hugo Wilhelm;
wilhelm@furb.br
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Criar e manter vantagens competitivas são desafios eminentemente dinâmicos e continuados e por este motivo é de fundamental importância desenvolver uma adequada percepção sobre a evolução das eras tecnológicas e seu respectivo contexto, antes de analisar questões específicas sobre a natureza da competitividade. O objetivo é permitir a formação de uma base de conhecimentos que possibilite uma consistente abordagem sobre seguintes questionamentos: em que estágio do processo de desenvolvimento tecnológico e econômico nós nos encontramos? Em que aspectos o atual estágio de evolução pode ser comparado com algum momento do passado? Está acontecendo algum fenômeno que merece atenção? Já nos confrontamos com este fenômeno em algum momento do passado ou é de fato novo? Quais são ou foram suas repercussões sobre o mundo dos negócios? Quais cenários futuros podem ser esperados? Colaborações e indicações de textos são bem vindas.
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(71Kb, Formato Word97, 7 pg.) Por
Peter Druker |
O impacto verdadeiramente revolucionário da Revolução da Informação está penas começando a ser sentido. Mas não é a informação que vai gerar tal impacto. Nem a inteligência artificial. Nem o efeito dos computadores sobre processos decisórios, determinação de políticas ou criação de estratégias. É algo que praticamente ninguém previa, que nem mesmo era comentado 10 ou 15 anos atrás...... |
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"Cybernomics", o nome do jogo , (1.725Kb, Formato Word97, 42 pg.) por Pam Woodall, do The Economist' |
A tecnologia da informação (TI) e a
globalização serão arautos de uma era de prosperidade ou trarão a catástrofe
econômica? As implicações dessa revolução são o tema
deste relatório do " The
Economist" (Gazeta, 30/set/96). |
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(320Kb, Formato Word97, 42 pg.) por David Cohen (Rev. EXAME ) |
A instabilidade
vai ser a regra do próximo milênio. Como as empresas vão lidar com isso? As
revoluções de maior impacto para a humanidade acontecem, num primeiro
momento, sem que as pessoas se dêem conta de sua profundidade. Foi provavelmente assim com a
descoberta do fogo, com a domesticação dos animais e com a entrada na era da
agricultura. Foi assim na época das grandes navegações e nas duas fases da
revolução industrial (primeiro com a máquina a vapor e depois com a
eletricidade). Está sendo assim, novamente, com o que vários estudiosos
denominam de revolução da informação, um termo que abrange o uso de
computadores, a globalização, a desregulamentação e ..... |
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Termos
como; COMPETIÇÃO, COOPERAÇÃO, COOPETIÇÃO, COMPETITIVIDADE, BENCHMARKING,
TERCEIRIZAÇÃO e CLUSTER's constituem
abordagens diferentes sobre a mesma questão; como obter e sustentar VANTAGEMS
COMPETITIVAS? Neste sentido, a presente HP visa
reunir textos que podem auxiliar na compreensão e no aprofundamento desta
questão. Colaborações e indicações de textos são bem vindas. |
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(88Kb, Formato Word97, 12 pg.) By: Porter, Michael E..,
(Harvard Business Review, Nov/Dec96, Vol. 74) |
For almost two decades, managers have been learning to play by a new
set of rules. Companies
must be flexible to respond rapidly to competitive and market changes. They
must benchmark continuously to achieve best practice. They must outsource
aggressively to gain efficiencies. And they must nutture
a few core competencies in the race to stay ahead of rivals. |
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(135Kb, Formato Word97, 11 pg.) By: Ma, Hao;
(Business Horizons, Jan/Feb2000, Vol. 43): |
Competitive advantage is considered the basis for superior company
performance. To perform
at such a level consistently, a firm often has to nurture an evolving system
of competitive advantages to carry it through competition and over time. What
are the various possible types of such advantages? How can a firm
systematically analyze the multiple advantages it could possess and use them
to achieve and maintain superior performance? Building on research in
strategic management, answers to these questions and others can contribute to
managers' knowledge about the nature and content of competitive advantage.
Such knowledge can help managers nurture and renew their firms' advantages
more effectively through time. |
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A
COOPERAÇÃO tem sido proposta como uma importante alternativa para obter e
sustentar vantagens competitivas e pode ser realizada de diferentes formas.
Neste sentido, o Benchmarking, a Desverticalização/Terceirização
e a COOPETIÇÃO constituem estratégias sobre as quais já existem diversos
estudos e conclusões. Colaborações e indicações de textos são bem vindas. |
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(49Kb, Formato Word97, 10 pg.) diversos textos agrupados |
Já passaram mais de 10 anos desde que David T. Kearms, director executivo da Xerox Corporation, adotou o termo benchmarking. Apesar do termo ser um conceito novo temos que nos situar nas origens remotas da compra massiva de Know how ocidental por parte das empresas japonesas durante a metade do século. É no final dos anos 80 que aparece o termo benchmarking, com a sua metodologia própria de implementação e desenvolvimento do processo. Podemos dizer que no início dos anos 90 dá-se a explosão e a moda do benchmarking, na qual os dirigentes, gurus e publicações de gestão falam e falam dos benefícios e das vantagens desta descoberta inovadora que chegou a fazer parte de alguns critérios da Malcom Badrige Award (equivalente americano à Fundação Européia para a Gestão da Qualidade na Europa). |
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Modelo de Benchmarking da EFQEM, (92Kb, Formato Word97, 17 pg.) |
the process of systematically comparing your own
organizational structure, processes and performance against those of good
practice organizations globally, with a view to achieve business
excellence - provides
the key interface between identifying and understanding the key criteria for
change and attuning these to the reality of specific organizations in the
global economy. |
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(40Kb,
Formato Word97, 5 pg.) por: Isaura, Jaime e Jairo
(AFA |
A terceirização originou-se nos Estados Unidos, logo após a eclosão da II GM, pois as indústrias bélicas tinham que se concentrar no desenvolvimento da produção de armamentos e passaram a delegar algumas atividades a empresas prestadoras de serviços. Alguns segmentos no Brasil, como a industria têxtil, a gráfica se utilizaram da contratação de serviços. No entanto, atualmente, este mecanismo se dá como uma técnica moderna de administração e que se baseia num processo de gestão que tem critério de aplicação (início, meio e fim), uma visão temporal (curto, médio e longo prazo) e uma ótica estratégica, dimensionados para alcançar objetivos determinados e reconhecidos pela organização. |
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Os
Equívocos Da Terceirização, (31Kb, Formato Word97, 6 pg.) por
Antônio de Loureiro Gil
(AFA ADMINISTRAÇÃO
- www.afa.rgsul.net): |
Por que a terceirização total das
áreas de auditoria interna, segurança empresarial e informática não deve ser realizada
? A prática da terceirização
(realização das atividades organizacionais por pessoas jurídicas distintas da
organização) tem sido levada a extremos em algumas
entidades no Brasil. As vantagens buscadas com a terceirização, algumas
vezes, não vêm sendo cotejadas com as desvantagens inerentes a qualquer
processo de reformulação empresarial. A terceirização busca, basicamente, que
cada entidade execute processos e gere resultados para os quais esteja melhor preparada ou que sejam objeto-fim
de suas atividades. Com cada organização realizando o que melhor sabe
concretizar é de se esperar que a integração operacional, custos
desembolsados, qualidade de processos e resultados alcancem nível ótimo. |
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(140Kb, Formato Power Point97, 60
slides) by Barry Nalebuff, (Yale School of
Management) |
Cooperation in creating value. Competition in dividing it up. Not cycles of War, Peace, War ... Simultaneously War and Peace. "You have to
compete and cooperate at the same time" . Ray Noorda, Novell |
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(40Kb, Formato Word97, 5 pg.) (Uma entrevista com Adam Brandenburger e Barry Nalebuff
autores de CO-OPETITION, ): |
CO-OPETITION é um modo novo de
pensar sobre negócios. Algumas pessoas vêem negócios apenas como competição. Eles pensam que
negociar equivale a entrar numa guerra onde se considera que para ganhar
alguém tem que perder. Outras pessoas vêem negócios
do ponto de vista da cooperação e parceria. Mas negócios podem envolver
simultaneamente cooperação e competição. É a CO-OPETIÇÃO. Este termo foi
criado por Ray Noorda, fundador da companhia de
software de networking Novell: " Você tem que
competir e cooperar ao mesmo tempo " |
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(32Kb, Formato Word97, 3 pg.) By: Dan Branda.,
(Canadian Business Review, 1995, Vol.22): |
Information technology companies are using internal and external
strategies to boost their competitiveness. Information technology (IT) companies worldwide
understand that their share of any product category or service might evaporate
overnight. They accept that today's array of products and services could
become obsolete and therefore unprofitable tomorrow. Product life cycles for
everything from CPUs to storage capacity are measured in months, not years.
To compete effectively, next year's solutions must be on the drawing board
today. Another cold reality: The products and services that drive the
information highway no longer generate the same returns they did just a few
years ago. Profit margins seem to be shrinking almost as fast as the products
themselves evolve, and to compete effectively, IT companies must merchandise
to global markets. These new business imperatives have led to a rethinking of
how IT companies compete, especially in the Canadian context. |
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(75Kb, Formato Word97, 11 pg.) |
Três artigos (em inglês) fazendo
comentários e criticas sobre o tema Co-opetition. |
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Estão superadas as
abordagens que definem a competitividade como sendo apenas uma questão de
preços, custos (especialmente salários) e taxas de câmbio. Nas duas últimas
décadas, os países que se mostraram competitivamente vitoriosos (Alemanha e
Japão) afirmaram-se no mercado internacional, apesar de terem experimentado
fortes incrementos nos seus custos salariais e de terem enfrentado longos
períodos de relativa sobrevalorização cambial. Em vista disso, surgiu uma
definição de competitividade mais abrangente, isto é, o conceito de competitividade
sistêmica, o qual admite que o desempenho empresarial
depende e é também resultado de fatores situados fora do âmbito das empresas
e da estrutura industrial da qual fazem parte; como a ordenação
macroeconômica, as infra-estruturas, o sistema
político-institucional e as características sócio-econômicas
dos mercados nacionais. Todos estes aspectos são específicos a cada contexto
nacional e devem ser explicitamente considerados nas iniciativas
públicas ou privadas de indução de competitividade. A frase de Sengenberger
e Pyke [BNDES, 1993] traduz com precisão a importância
deste conceito: " O Problema das empresas não é o fato de SER PEQUENO, mas, o fato de ESTAR ISOLADO. " Colaborações e indicações de
textos são bem vindas. |
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New Strategies For Inner-City Economic
Development, (167Kb, Formato Word97, 14 pg.) By: Porter, Michael E..,(Economic Development Quarterly, Feb97, Vol. 11): |
Revitalizing |
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Clusters, And The "New"
Microeconomics Of Competition - I, (52Kb, Formato Word97, 6 pg.)By: Porter, Michael E..,( Business Economics, Jan98,
Vol. 33): |
The "new"
microeconomics of competition is contained in frameworks that structure the
complexity of competition and inform managers of the choices they must make.
This address focuses on the role of location, which has shifted from factor
endowments and size to productivity and productivity growth; factor inputs
are abundant and accessed via globalization. To increase productivity, factor
inputs must improve in efficiency, quality and ultimately specialization to
particular cluster areas. A cluster is a critical mass of companies in a
particular location (a country, state, region or even a city). Governments
have significant roles in creating an environment to support rising
productivity, and companies have a different agenda than just building
offices or factories. The article concludes with the impacts of this approach
on contemporary policy issues, especially the environment and inequality. |
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Clusters, And The "New" Economics
Of Competition - II, (447Kb, Formato Word97, 13 pg.) By: Porter, Michael E.., (Harvard Business Review, Nov/Dec98, Vol. 76 Issue 6, p77): |
Economic geography
in an era of global competition poses a paradox. In theory, location should
no longer be a source of competitive advantage. Open global markets, rapid
transportation, and highspeed communications should
allow any company to source any thing from any
place at any time. But in practice, Michael Porter
demonstrates, location remains central to competition. Today's economic map
of the world is characterized by what Porter calls clusters: critical
masses in one place of linked industries and institutions from suppliers to
universities to government agencies-that enjoy unusual competitive success in
a particular field. The most famous examples are found in |
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Local Clusters in a Global Economy - III, (103Kb, Formato Word97, 7 pg.) By: Porter, Michael E..,(Economic Development
Quarterly, Feb2000, Vol. 14): |
Economic geography
during an era of global competition involves a paradox. It is widely
recognized that changes in technology and competition have diminished many of
the traditional roles of location. Yet clusters, or geographic concentrations
of interconnected companies, are a striking feature of virtually every
national, regional, state, and even metropolitan economy, especially in more
advanced nations. The prevalence of clusters reveals important insights about
the microeconomics of competition and the role of location in competitive
advantage. Even as old reasons for clustering have diminished in importance
with globalization, new influences of clusters on competition have taken on growing
importance in an increasingly complex, knowledge-based, and dynamic economy.
Clusters represent a new way of thinking about national, state, and local
economies, and they necessitate new roles for companies, government, and
other institutions in enhancing competitiveness. |
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Algumas
observações sobre Cluster’s em Santa Catarina,
(42Kb, Formato Word97, 6 pg.) por Jörg Meyer-Stamer |
Uma
das principais características da economia catarinense é a forte presença de
clusters. Um cluster é um pólo industrial com um
forte grau de especialização; o exemplo do Brasil mais citado, na literatura
internacional, é o polo da indústria de calçados femininos no Vale dos Sinos,
no Rio Grande do Sul (Schmitz 1995, 1998). No estado de Santa Catarina, os
casos mais óbvios são os clusters da indústria de roupa de cama, mesa e banho
no Vale do Itajaí, o cluster de vestuário de malha, também no Vale do Itajaí
e o cluster moveleiro de São Bento. Estes são clusters fortes, com um perfil
de especialização muito claro, cujo peso econômico domina os respectivos
municípios. Outro cluster forte, mas com um peso não tão dominante na
economia regional, é o cluster da cerâmica de revestimento na região de
Criciúma. Há também o pólo eletro-metalmecânico
de Joinville e Jaraguá do Sul. Além
disto, estão surgindo novos clusters na área de software em Florianópolis,
Blumenau e Joinville, cada um com características distintas. (Institute for Development and Peace, |
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Desenvolvimento
Econômico Local e Regional, (180Kb, Formato Power Point97, 17
slides) por Jörg
Meyer-Stamer |
A
apresentação trata dos pontos chave de uma política de competitividade
regionalizada; 1) criar uma vantagem competitiva
regionalizada, 2) fortalecer ainda mais pontos fortes e alavancar potenciais
existentes, 3) estimular a especialização e colaboração entre empresas e com
instituições de suporte e 4) integração ativa em cadeias internacionais de
distribuição. (Institute
for Development and Peace, University of Duisburg & |
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Metodologia
do Projeto Marketing Municipal,
, (41Kb, Formato Power Point, 13
slides) por Jörg
Meyer-Stamer |
O
autor apresenta os princípios metodológicos adotados para desenvolver o
Projeto de Marketing Municipal, que visa; 1)
Projetar um lugar para fora, 2) Estimular um esforço local para aumentar a
competitividade e 3) Criar vantagens competitivas. (Institute
for Development and Peace, University of Duisburg e |
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ESTUDOS
DE COMPETITIVIDADE NO BRASIL: Colaborações e indicações de textos são bem vindas. |
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Raio X
Da Indústria Brasileira, (34Kb, Formato Word97, 3 pg.) entrevista com Luciano
Coutinho, ): |
Contratado pela Financiadora de
Estudos e Projetos (Finep)
e concebido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia -na época, Secretaria de
Ciência e Tecnologia da Presidência da República-, foi concluído no ano
passado, após dois anos de pesquisas, o Estudo da Competitividade da
Indústria Brasileira. O trabalho, realizado sob a coordenação técnica dos
professores Luciano Coutinho (Unicamp) e |
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Estudo Da Competitividade Da Indústria
Brasileira - Parte I, (1.085Kb,
Formato Word97, 332 pg.) RELATÓRIO FINAL publicado pelo
MCT - FINEP - PADCT em dez1993. ): |
Estudo da Competitividade da
Indústria Brasileira foi viabilizado pelo Governo, no âmbito do Ministério
da Ciência e Tecnologia através do PADCT da Secretaria de Tecnologia
Industrial, com objetivo de identificar a participação das condicionantes da
competitividade dentro de um horizonte do princípio do século 21. Embora
guarde semelhança com estudos como Made in USA e Made in France, sua engenharia foi moldada na experiência
brasileira através de discussão aberta dos temas, e mecanismos especiais de
disseminação dos resultados e das sugestões geradas ao longo de mais de 2 anos de trabalho. O Consórcio autor dos estudos,
selecionado por licitação entre outros candidatos competentes, foi
acompanhado, durante os trabalhos, pela Comissão de Supervisão, de amplo
espectro de experiência, que emitiu diretrizes, debateu
e avaliou todos os trabalhos. O Estudo foi contratado pela FINEP com recursos
da parcela nacional do PADCT . |
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Estudo Da Competitividade Da Indústria
Brasileira - Parte II, (631Kb, Formato Word97, 238 pg.) |
RELATÓRIO FINAL publicado pelo
MCT - FINEP - PADCT em dez1993. |
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Estudo de caso do "Cluster"
Calçadista no Rio Grande do Sul (545Kb, Formato PDF-Acrobat
Reader, 42 pg.) por Cláudia Andreoli Galvão
(IPEA, Brasília, jan/1999 |
Este estudo analisa a aglomeração de
empresas de pequeno porte em um distrito industrial, tendo em vista a
eficiência que produtores individuais adquirem ao somar seus esforços e
trabalhar comunitariamente, para aumentar seu poder de barganha na construção
de um sistema integrado e construtivo de suporte mútuo e de uso participativo
dos recursos. Assim, é possível conquistar as economias de escala obtidas
pelas empresas de grande porte, e contornar as deficiências que estas
encontram como agentes individuais no mercado (decorrentes da atomização de
sua demanda e da dispersão de sua oferta). O estudo expõe a discussão teórica
sobre o conceito, as principais características e as implicações dos
distritos industriais. Algumas das mais relevantes experiências
internacionais são analisadas, a exemplo do clássico caso da Terceira Itália.
O estudo de caso foi elaborado no complexo calçadista do Vale do Paranhana, no Rio Grande do Sul, no qual semelhanças e
dessemelhanças com o caso italiano foram investigadas. |
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Participação, articulação de Atores Socias e Desenvolvimento Regional (288Kb, Formato PDF-Acrobat Reader, 89 pg.) por Pedro
Bandeira (IPEA, Brasília, fev/1999): |
Este trabalho é uma reflexão sobre o
desenvolvimento recente, no Brasil, de práticas participativas visando ao
desenvolvimento regional. O autor descreve e analisa cinco experiências de
participação da sociedade civil vis-à-vis a problemática
e as políticas de promoção do desenvolvimento regional: (i) a dos conselhos
regionais de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul - COREDE; (ii) a dos
conselhos municipais e regionais de Desenvolvimento Sustentável do Ceará;
(iii) a das audiências públicas regionais, |
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ESTUDOS
DE COMPETITIVIDADE Colaborações e indicações de textos são bem vindas. |
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Participatory Appraisal of Competitive Advantage
(PACA), (201Kb, Formato Word97, 44 pg.) by Jörg Meyer- |
A Methodology to Support Local and Regional Development Strategy
Initiatives, based on the Systemic Competitiveness Concept. The concept
presented in this paper was formulated as a response to an articulated demand
for support for local economic development efforts. The demand came from
municipal-level Chambers of Industry and Commerce (Associações
Comerciais e Industriais,
ACIs) in the state of Santa Catarina in the South
of Brazil. Around 1997/98, some ACI directors and executives perceived that
it was necessary to promote economic development at the local level –
unemployment and a sense of crisis was increasing, and federal and state
governments which had traditionally played a leading role in stimulating
economic development were less and less active in this field. However, it was
not at all clear how to promote economic development at the local level. Stamer (Institute for Development and Peace,
University of Duisburg & |
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Criando Vantagens Competitivas em
Blumenau , (349Kb, Formato Power Point, 53 slides) por
Jörg Meyer-Stamer |
O objetivo do diagnóstico baseado na
metodologia Marketing Municipal visa: 1) Projetar um lugar para fora, 2)
Estimular um esforço local para aumentar a competitividade e 3) Criar
vantagens competitivas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg , |
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Criando Vantagens Competitivas em Jaraguá, (177Kb, Formato
Power Point, 42 slides) por Jörg
Meyer-Stamer |
O objetivo do diagnóstico baseado na
metodologia Marketing Municipal visa: 1) Projetar um lugar para fora, 2)
Estimular um esforço local para aumentar a competitividade e 3) Criar
vantagens competitivas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg , |
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Criando Vantagens Competitivas em Brusque, (249Kb, Formato Power Point, 42 slides) por
Jörg Meyer-Stamer |
O objetivo do diagnóstico baseado na
metodologia Marketing Municipal visa: 1) Projetar um lugar para fora, 2)
Estimular um esforço local para aumentar a competitividade e 3) Criar
vantagens competitivas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg , |
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Planejamento Sistêmico
participativo: Projeto Blumenau Vitrine Nacional (225 Kb, Formato Word, 34 pg) por Edgar von Buettner & Consultores
Associados |
Realizou-se
nos dias Ponto
de partida foi o seguinte conceito de projeto: Projetos
resultam da junção de esforços e por isto são instrumentos eficientes e
eficazes para solucionar problemas complexos, que requerem a concepção e implementação de inovações, resultando na transformação da
realidade social (no seu sentido lato), através da mudança comportamental das
pessoas envolvidas. |
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INTERNET
& TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO – TI Colaborações e indicações de textos são bem vindas. |
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As novas carreiras da Internet,
Por Laura Somoggi (revista Voce out/99)
(Formato WORD, 7 pg.) |
Você sabe o que faz um diretor de
Web? Um webmaster? Um CKO? Pois chegou a hora de descobrir e, quem sabe, se
candidatar a um desses postos ........ |
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(Workshop) (Formato WORD, 5 pg.): |
Temas abordados :
Distribuição eletrônica de produtos e serviços; Treinamento empresarial em
comércio eletrônico; O novo profissional demandado pelo Mercado;
Projeto-piloto de comércio Eletrônico Empresarial; Regulamentação nacional e
internacional. |
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Como
a Internet está mudando o país, Por
Hélio Gurovtiz (revista Exame, Nov/99)
(Formato WORD, 7 pg.): |
A palavra Internet apareceu na EXAME pela primeira vez cinco anos atrás, em agosto de
1994. Tratava-se de uma reportagem antes de tudo didática.
"Diariamente", dizia o texto, "trafegam pela rede milhões de
cartas, programas de computador, arquivos eletrônicos e até
fotografias". O autor notava que inclusive um - um único - filme já
havia sido transmitido pela Internet. Num misto de surpresa e maravilha
diante da nova tecnologia, afirmava haver no Brasil não mais que 36 000
usuários de Internet, todos no meio acadêmico. Isso é história. Hoje, esse
número já foi multiplicado por mais de 100. O número de usuários da Internet
passa de 3,6 milhões e cresce a um ritmo estimado em 50% ao ano. O Brasil já
ocupa a 14ª posição mundial no registro de endereços na Web, à frente de
países como Coréia, Espanha ou China. A Internet abandonou a academia há
tempos e mais de 90% desses endereços pertencem a empresas. E as vendas pela
Web a brasileiros correspondem a 88% do comércio eletrônico da América
Latina, avaliado em 160 milhões de dólares em 1998. Tudo isso em apenas cinco
anos. |
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coleção
de notícias sobre a Internet |
Venda de automóveis; Hábitos de
consumo e Hackers. |
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Por Simanta
C. Chakrabosty (Sapient Corporation, Nov/98)
(Formato POWER POINT, 46 slides) |
A palestra conceitua Internet, sua
história, situação atual e tendências. |
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TRABALHOS
DE GRUPO APRESENTADOS Este espaço apresenta trabalhos de grupos apresentados durante o
curso “A nova Economia e Competitividade”, no formato de comunicação/artigo. Os
temas escolhidos são livres e visam propiciar uma oportunidade para os
participantes aprofundarem seus conhecimentos nos assuntos que despertaram um
especial interesse e expressar sua opinião de forma estruturada e científica.. |
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Benchmarking: Conceito, vantagens,
cuidados e estratégias, (95Kb, Formato Power Point, 17
slides) Autores: Marlos Muller, Maria Isabel Duarte, Maria Goretti Ranquetti e Sergio Buzzi |
Este trabalho apresenta o conceito de Benchmarking, seus princípios, características, tipos, benefícios potencias,
desafios, exemplos, o projeto Made in Brasil da
FIESC e alguns LINK’s úteis. |
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(50Kb, Formato Word, 7 pg.) AUTORES: Elias Martins,
Jair Kuhnen, Jean Carlo Fritzke,
Jean Ricardo S. Zonta, Maurício Scholemberg |
O
tema coopetição assume crescente importância, pois
o processo de globalização das economias dos últimos anos resultou num
contexto mundial onde as mudanças são cada vez mais aceleradas, atingindo
todos os setores das economias, desde o político, econômico, tecnológico até
o social. Neste contexto, a Coopetição constitui-se
como uma boa alternativa, contudo, para este conceito ser utilizada de forma
eficaz necessita ser bem compreendido. Com este o objetivo o presente estudo
visa desenvolver o conceito, apresentar exemplos e realizar considerações
sobre as vantagens e obstáculos que podem ser esperados. |
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(62Kb,
Formato Word, 11 pg.) Autores: Déborah Diná dos Santos, Gilberto
Osmar Iten, Marciano burkhardt, Miriam grutzmacher e
Sérgio Osvaldo Riedel |
Este
trabalho pretende ser um resumo dos artigos mais interessantes que foram encontrados
sobre o tema EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA na Internet. Embora tenhamos citado alguns
dados referentes a outros países, procuramos nos ater ao âmbito nacional.
Quando da escolha do tema tínhamos imaginado tratar de internet,
videoconferência e cursos on-line. No entanto, durante a pesquisa notamos o
quanto é significativa e importante para nosso país a EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
como um todo, independente do meio utilizado. |
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O futuro do trabalho: a hora e a vez do ócio..., (39Kb, Formato Word, 5 pg.) Autores: Alfredo Schwartz, Dagmar Wilke, Luiz Gustavo Tierling |
Quanto
mais aumentamos o tempo livre, mais repouso poderá ser transformado em
consumo produtivo. Quanto mais tempo passamos diante da televisão, mais se contribui
para formar a audiência. Quanto mais incansáveis formos num cruzeiro ou
passeio turístico, quanto mais dermos o nosso parecer a quem nos entrevista,
para depois vender a pesquisa, tanto mais se transforma o nosso repouso em
trabalho não remunerado que os publicitários, as operadoras de turismo, os
institutos de pesquisa transformam em mercadoria no seu próprio interesse
econômico. A única e escassa forma de repouso é o descanso. |
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(47Kb,
Formato Word, 10 pg.) Autores: Erica Lohmann Barreto de Souza, Gibran S.Kamel, Luís Roberto Feliciano, Marise
Morell, Rosana Buzzi
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A
transição para a Nova Economia,
para a nova ordem social e para a nova interação política traz, de um lado
confusão e desconforto. De outro, um dinamismo, um desafio a cada hora e
oportunidades jamais imaginadas. |
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(38Kb,
Formato Word, 9 pg.) Autores: Gisele
Virginia Heinig, Hermes Tomedi,
Jossely Tavares, Luciana Manske,
Sandro Wolframm |
O
profissional que quiser se diferenciar e fazer sucesso no futuro, em qualquer
área de atuação precisará saber obter e partilhar o conhecimento. A capacidade
de comunicação será uma habilidade imprescindível. Será preciso saber se
comunicar. Saber compartilhar conhecimento com profissionais de várias
especialidades diferentes. O conhecimento é produzido coletivamente. E quem
não dividir e trocar conhecimento terá apenas informação, sem, contudo
aperfeiçoar sua formação pessoal e profissional. |
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Teletrabalho:
uma necessidade... (75Kb,
Formato Word, 12 pg.) Autores: Adelino
Sasse, João Luiz Kornely, John Bremer
Filho, Marcelo Nikel, Raphael
Stange |
O
mundo assiste hoje à redefinição do espaço de trabalho na medida em que a
tendência aponta para a integração de novas tecnologias, tais como: o acesso remoto a
redes dentro e fora das empresas, videoconferência em rede local, utilização
partilhada de documentos em tempo real e redistribuição de chamadas
telefônicas.Estas tecnologias, devidamente implementadas, permitem uma
redefinição do trabalho, assim como da forma de o executar. Elas possibilitam também a aceleração de
negócios, aliada a importantes aumentos da eficiência da empresa. |
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Este espaço reúne os artigos
disponibilizados para leitura e discussão da disciplina :
COMPETITIVIDADE SISTÊMICA DE
ORGANIZAÇÕES. |
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(88Kb, Formato Word, 12 pg.) By: Porter, Michael E..,
(Harvard Business Review, Nov/Dec96, Vol. 74) |
For almost two decades, managers have been learning to play by a new
set of rules. Companies
must be flexible to respond rapidly to competitive and market changes. They
must benchmark continuously to achieve best practice. They must outsource
aggressively to gain efficiencies. And they must nutture
a few core competencies in the race to stay ahead of rivals. |
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Local Clusters in a Global Economy - III, (103Kb, Formato Word, 7 pg.) By: Porter, Michael E..,(Economic Development Quarterly, Feb2000, Vol. 14): |
Economic geography during an
era of global competition involves a paradox. It is widely recognized that changes in technology
and competition have diminished many of the traditional roles of location.
Yet clusters, or geographic concentrations of interconnected companies, are a
striking feature of virtually every national, regional, state, and even
metropolitan economy, especially in more advanced nations. The prevalence of
clusters reveals important insights about the microeconomics of competition
and the role of location in competitive advantage. Even as old reasons for
clustering have diminished in importance with globalization, new influences
of clusters on competition have taken on growing importance in an
increasingly complex, knowledge-based, and dynamic economy. Clusters
represent a new way of thinking about national, state, and local economies,
and they necessitate new roles for companies, government, and other
institutions in enhancing competitiveness. |
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(4.3Mb, Formato PDF, 23 pg.) By: Porter, Michael E..,(
Council On competitiveness, 2002) (5.8Mb, Formato PDF, 177 pg.) By: Porter, Michael E..,(
Council On competitiveness, 2002) |
The Clusters of Innovation Initiative is perhaps the most ambitious
project in the nearly 20-year
history of the Council on Competitiveness. As cited in the Acknowledgments,
many individuals and organizations played key roles
in the project’s success. None, however, gave more of their time, attention,
and expertise than the project’s co-chairs, Duane Ackerman, chairman and CEO
of BellSouth, and Michael Porter of Harvard University, both of whom are
members of the Council's Executive Committee. Duane brought his tremendous
leadership and prestige, and Michael his international reputation as the
leading expert on cluster theory and competitiveness. Michael’s pioneering
work on innovation and industry clusters is embedded in this project. The
Council on Competitiveness owes a debt of gratitude to them both. |
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(123kb, Formato Word, 19 pg.)
By: Bruce Chew.,( sem referências) |
There are three labels which we
have used extensively when we talk about competitive advantage. They are “low-cost” advantages,”
“differentiated” advantages and “stuck-in-the-middle” which is a
disadvantaged position. But what do these terms really mean?
Stuck-in-the-middle is definitely a statement about competitive position—but
when is it disadvantaged? When we talk about low-cost and differentiated
businesses we are usually talking not about position but about how to earn
above average returns. What if I have lower costs but slightly lower
performance? Is this an advantaged position or not? How differentiated do I have
to be to have an advantage? Is there such a thing as too differentiated? |
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Sobre Vantagem competitiva:Dinâmica
e Posicional, (91kb, Formato Word, 11 pg.) By: Ma, Hao; Business
Horizons,
Jan/Feb2000, Vol. 43 |
The Dichotomy of Positional and Kinetic Advantages: Competitive advantage is considered the basis for
superior company performance. To perform at such a level consistently, a firm
often has to nurture an evolving system of competitive advantages to carry it
through competition and over time. What are the various possible types of
such advantages? How can a firm systematically analyze the multiple
advantages it could possess and use them to achieve and maintain superior
performance? Building on research in strategic management, answers to these
questions and others can contribute to managers' knowledge about the nature
and content of competitive advantage. Such knowledge can help managers
nurture and renew their firms' advantages more effectively through time. |
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Euro Cluster: Relatório Final, (573kb,
Formato PDF, 121 pg.) By:
Philip Raines; University of Stradthcly Dez/2000. |
O projeto Euro Cluster: procurou identificar e entender os fatores chaves de
sucesso que fundamentam a arquitetura, a formação e a avaliação de políticas
de desenvolvimento de Cluster´s. Foram analisados 6 casos europeus, que permitiram derivar diversas
conclusões. |
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(95kb,
Formato PDF, 35 pg.) By: Dirk Messner e Jörg
Meyer-Stamer; Institute for Development
and Peace, University of Duisburg Fev/2000. |
From State Theory to Governance Concepts: Why are we talking about
governance? Or rather, why are we not talking about rule, like in “the rule
of law” or “the rule of the state”? The answer is straightforward: because
this would be a far too narrow view. It is obvious that it is not just
governments who are ruling the world. And if we are looking specifically at
the economic sphere, i.e. the world of firms and their environment, it is
even more obvious that we have to deal with all sorts of “rulers”, not just
government. |
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(126kb,
Formato PDF, 41 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer; Institute
for Development and Peace, University of Duisburg, 1999. |
La política industrial comprende
aquellas medidas que apuntan a: - modificar de manera
coordinada la estructura industrial por sectores (reducción de la capacidad
instalada en las industrias “antiguas”, fomento de “nuevas” industrias), -
incidir coordinadamente en la estructura industrial a nivel regional y -
fomentar la competitividad de |
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Estratégias de desenvolvimento local e
regional, (175kb, Formato PDF, 25 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer; Institute for Development
and Peace, |
Numa época em que
livros sobre a globalização estão sendo vendidos aos montes, não é de
estranhar que assuntos como desenvolvimento local e regional, promoção
econômica e geração de emprego e trabalho estejam sendo cada vez mais
discutidos. Esse modismo não só se concretiza na proliferação de publicações
sobre temas como promoção econômica local, desenvolvimento territorial,
vantagem competitiva localizada, clusters, industrial districts,1 etc., como
também se manifesta no crescente interesse das organizações da cooperação
técnica por essas questões: o Banco Mundial promove projetos de
desenvolvimento de clusters em vários pontos do mundo, a UNIDO aposta nessa idéia, e organizações bilaterais, como a GTZ, vêm
fomentando experiências para a promoção local e regional da economia (com
grande ênfase nas Micro e Pequenas Empresas – MPEs).
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Algumas
observações sobre Cluster’s em Santa Catarina,
(42Kb, Formato Word, 6 pg.) por
Jörg Meyer-Stamer ,
1999. |
Uma
das principais características da economia catarinense é a forte presença de
clusters. Um cluster é um pólo
industrial com um forte grau de especialização; o exemplo do Brasil mais
citado, na literatura internacional, é o polo da indústria de calçados
femininos no Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul (Schmitz 1995, 1998). No
estado de Santa Catarina, os casos mais óbvios são os clusters da indústria
de roupa de cama, mesa e banho no Vale do Itajaí, o cluster de vestuário de
malha, também no Vale do Itajaí e o cluster moveleiro de São Bento. Estes são
clusters fortes, com um perfil de especialização muito claro, cujo peso
econômico domina os respectivos municípios. Outro cluster forte, mas com um
peso não tão dominante na economia regional, é o cluster da cerâmica de
revestimento na região de Criciúma. Há também o pólo
eletro-metalmecânico de Joinville e Jaraguá do
Sul. Além disto, estão surgindo novos
clusters na área de software em Florianópolis, Blumenau e Joinville, cada um
com características distintas.
(Institute for
Development and Peace, |
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Estimular o crescimento e aumentar a
competitividade no Brasil, (170kb, Formato Word, 41 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer; Institute
for Development and Peace, |
A bem
da verdade, é necessário dizer que, nos últimos
quatro anos, não houve uma política industrial no Brasil. Mais do que isto,
falar em política industrial era usar uma palavra feia, e isto não sem razão.
Apesar de que a política industrial apresentou seus méritos no passado, ela
também apresentou graves deficiências. Por um lado, é necessário reconhecer
que o Brasil não teria o grau de industrialização que apresenta hoje, caso
não tivesse havido uma política industrial. Por outro lado, esses sucessos
traziam consigo aquilo que hoje parece ser uma das principais fraquezas do
esforço industrial brasileiro. O propósito desta política era a criação de
vantagens comparativas dinâmicas, dirigidas principalmente a setores
industriais nos quais o Brasil não apresentava nenhuma vantagem comparativa
estática. Assim o Brasil acabou apresentando uma forte tendência em favor das
indústrias de capital intensivo. Seria injusto condenar os responsáveis pelas
políticas industriais do passado, já que suas estratégias refletiam a
filosofia predominante no seu tempo, e as políticas foram magnificamente implementadas, até pelo menos a década de 70. |
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Cadeia de Valor Global do Setor
Cerâmico: (1,5Mb, Formato PDF, 79 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer,
Claudio Maggi e |
Este
estudo integra uma pesquisa internacional que tem o objetivo geral de
analisar os desafios impostos às empresas dentro dos clusters industriais
frente ao fenômeno da globalização. Busca-se precisar os
mecanismos pelos quais clusters industriais constroem vantagens
competitivas locais pelo upgrading de
produtos, processos e funções empresariais. A inserção de clusters em
cadeias de valor internacionais pode ter efeitos
positivos e negativos sobre sua capacidade competitiva, e influencia a governância local, tanto privada como pública. O cluster
cerâmico da região de Criciúma, |
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(163kb,
Formato PDF, 21 pg.) By: Tilman Altenburg e Jörg Meyer-Stamer; GDI-Berlin e INF- Duisburg, 1999. |
In this paper we propose to diferentiate between three types of clusters when it
comes to formulating cluster-oriented policies in |
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Clustering
and the Creation of an Innovation-Oriented, (244kb, Formato PDF,
24 pg.) By:
Jörg Meyer-Stamer; INF- Duisburg, Fev/2002. |
In the course of the 1990s, clusters
became a target for local and regional initiatives to promote competitiveness and
job-creation. What played
an important role in putting clusters onto the policy agenda was a 1990 book
by management guru Michael Porter, The Competitive Advantage of Nations,
which in fact was much more about subnational
regions than nations. Porter's argument underlined what other authors had
argued before, namely that firms which
are operating with close proximity to a set of related firms and supporting
institutions are often more competitive than firms which operate in an isolated
manner (Piore and Sabel
1984, Schmitz 1989). This is due to both competition and co-operation.
Competition at the local level is usually much less abstract, and often
involves personified rivalries, thus creating a stronger pressure than the
anonymous mechanism of the invisible hand. Co-operation does not necessarily
mean formal alliances, even though even competitors have shown an increasing
tendency to enter into arrangements such as strategic technology alliances. |
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ENDEREÇOS ÚTEIS :
COMPETITIVIDADE
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Instituições no Brasil |
Publicações |
Entidades Estrangeiras |
Link’s
& Sites |
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Ministério Ciência e Tecnologia Confed. Nacional das
Indústrias Centro de Integração Empresa Escola Grupo de Indústria e
Competitividade (GIC)-UFRJ (Unicamp) |
Textos sobre a Economia Brasileira |
Processo Participativo de Análise
de Vantagens Competitivas ( Dr. Jörg
Meyer-Stamer) Fundação Européia P/
Administração da Qualidade Enciclopédia da Nova Economia
(Inglês) |
Vagas de Emprego no Brasil(Site RH) |
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