A Nova Economia e Competitividade

    (Dep. de Economia e Mestrado em Administração)

Universidade Regional de Blumenau- FURB, SC-Brasil

 

O objetivo da presente página é oferecer opções de leitura e referências para discussão do tema A NOVA ECONOMIA E COMPETITIVIDADE. Os tópicos estão classificados por assunto, conforme a tabela abaixo. Todo os arquivos disponibilizados estão no formato original (.DOC , .PPT ou .PDF). Para evitar conflitos e problemas sugerimos o uso do Browser IExplorer da MicroSoft.

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Coordenador: Prof. Dr. Pedro Paulo Hugo Wilhelmwilhelm@furb.br


 

CONTEXTUALIZAÇÃO:

Criar e manter vantagens competitivas são desafios eminentemente dinâmicos e continuados e por este motivo é de fundamental importância desenvolver uma adequada percepção sobre a evolução das eras tecnológicas e seu respectivo contexto, antes de analisar questões específicas sobre a natureza da competitividade. O objetivo é permitir a formação de uma base de conhecimentos que possibilite uma consistente abordagem sobre seguintes questionamentos: em que estágio do processo de desenvolvimento tecnológico e econômico nós nos encontramos? Em que aspectos o atual estágio de evolução pode ser comparado com algum momento do passado? Está acontecendo algum fenômeno que merece atenção? Já nos confrontamos com este fenômeno em algum momento do passado ou é de fato novo? Quais são ou foram suas repercussões sobre o mundo dos negócios? Quais cenários futuros podem ser esperados?                                                 Colaborações e indicações de textos são bem vindas.

 

O futuro já chegou,

 

(71Kb, Formato Word97, 7 pg.) Por Peter Druker

O impacto verdadeiramente revolucionário da Revolução da Informação está penas começando a ser sentido. Mas não é a informação que vai gerar tal impacto. Nem a inteligência artificial. Nem o efeito dos computadores sobre processos decisórios, determinação de políticas ou criação de estratégias. É algo que praticamente ninguém previa, que nem mesmo era comentado 10 ou 15 anos atrás......

"Cybernomics", o nome do jogo ,

 

(1.725Kb, Formato Word97, 42 pg.) por Pam Woodall, do The Economist'

A tecnologia da informação (TI) e a globalização serão arautos de uma era de prosperidade ou trarão a catástrofe econômica? As implicações dessa revolução são o tema deste relatório do " The Economist" (Gazeta, 30/set/96).

A empresa do novo milênio,

 

(320Kb, Formato Word97, 42 pg.) por David Cohen (Rev. EXAME )

A instabilidade vai ser a regra do próximo milênio. Como as empresas vão lidar com isso?  As revoluções de maior impacto para a humanidade acontecem, num primeiro momento, sem que as pessoas se dêem conta de sua profundidade. Foi provavelmente assim com a descoberta do fogo, com a domesticação dos animais e com a entrada na era da agricultura. Foi assim na época das grandes navegações e nas duas fases da revolução industrial (primeiro com a máquina a vapor e depois com a eletricidade). Está sendo assim, novamente, com o que vários estudiosos denominam de revolução da informação, um termo que abrange o uso de computadores, a globalização, a desregulamentação e .....

 

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CONCEITO:

Termos como; COMPETIÇÃO, COOPERAÇÃO, COOPETIÇÃO, COMPETITIVIDADE, BENCHMARKING, TERCEIRIZAÇÃO e CLUSTER's constituem abordagens diferentes sobre a mesma questão; como obter e sustentar VANTAGEMS COMPETITIVAS? Neste sentido, a presente HP visa reunir textos que podem auxiliar na compreensão e no aprofundamento desta questão. Colaborações e indicações de textos são bem vindas.

 

What is strategy?

 

(88Kb, Formato Word97, 12 pg.) By: Porter, Michael E.., (Harvard Business Review, Nov/Dec96, Vol. 74)

For almost two decades, managers have been learning to play by a new set of rules. Companies must be flexible to respond rapidly to competitive and market changes. They must benchmark continuously to achieve best practice. They must outsource aggressively to gain efficiencies. And they must nutture a few core competencies in the race to stay ahead of rivals.

Of Competitive Advantage

 

(135Kb, Formato Word97, 11 pg.) By: Ma, Hao; (Business Horizons, Jan/Feb2000, Vol. 43):

Competitive advantage is considered the basis for superior company performance. To perform at such a level consistently, a firm often has to nurture an evolving system of competitive advantages to carry it through competition and over time. What are the various possible types of such advantages? How can a firm systematically analyze the multiple advantages it could possess and use them to achieve and maintain superior performance? Building on research in strategic management, answers to these questions and others can contribute to managers' knowledge about the nature and content of competitive advantage. Such knowledge can help managers nurture and renew their firms' advantages more effectively through time.

 

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COOPERAÇÃO:

A COOPERAÇÃO tem sido proposta como uma importante alternativa para obter e sustentar vantagens competitivas e pode ser realizada de diferentes formas. Neste sentido, o Benchmarking, a Desverticalização/Terceirização e a COOPETIÇÃO constituem estratégias sobre as quais já existem diversos estudos e conclusões. Colaborações e indicações de textos são bem vindas.

 

Benchmarking,

(49Kb, Formato Word97, 10 pg.) diversos textos agrupados

Já passaram mais de 10 anos desde que David T. Kearms, director executivo da Xerox Corporation, adotou o termo benchmarking. Apesar do termo ser um conceito novo temos que nos situar nas origens remotas da compra massiva de Know how ocidental por parte das empresas japonesas durante a metade do século. É no final dos anos 80 que aparece o termo benchmarking, com a sua metodologia própria de implementação e desenvolvimento do processo. Podemos dizer que no início dos anos 90 dá-se a explosão e a moda do benchmarking, na qual os dirigentes, gurus e publicações de gestão falam e falam dos benefícios e das vantagens desta descoberta inovadora que chegou a fazer parte de alguns critérios da Malcom Badrige Award (equivalente americano à Fundação Européia para a Gestão da Qualidade na Europa).

Modelo de Benchmarking da EFQEM,

(92Kb, Formato Word97, 17 pg.)

the process of systematically comparing your own organizational structure, processes and performance against those of good practice organizations globally, with a view to achieve business excellence - provides the key interface between identifying and understanding the key criteria for change and attuning these to the reality of specific organizations in the global economy.

Terceirização

(40Kb, Formato Word97, 5 pg.) por: Isaura, Jaime e Jairo (AFA Administraçãowww.afa.rgsul.net):

A terceirização originou-se nos Estados Unidos, logo após a eclosão da II GM, pois as indústrias bélicas tinham que se concentrar no desenvolvimento da produção de armamentos e passaram a delegar algumas atividades a empresas prestadoras de serviços. Alguns segmentos no Brasil, como a industria têxtil, a gráfica se utilizaram da contratação de serviços. No entanto, atualmente, este mecanismo se dá como uma técnica moderna de administração e que se baseia num processo de gestão que tem critério de aplicação (início, meio e fim), uma visão temporal (curto, médio e longo prazo) e uma ótica estratégica, dimensionados para alcançar objetivos determinados e reconhecidos pela organização.

Os Equívocos Da Terceirização,

 (31Kb, Formato Word97, 6 pg.) por Antônio de Loureiro Gil (AFA ADMINISTRAÇÃO -  www.afa.rgsul.net):

Por que a terceirização total das áreas de auditoria interna, segurança empresarial e informática não deve ser realizada ? A prática da terceirização (realização das atividades organizacionais por pessoas jurídicas distintas da organização) tem sido levada a extremos em algumas entidades no Brasil. As vantagens buscadas com a terceirização, algumas vezes, não vêm sendo cotejadas com as desvantagens inerentes a qualquer processo de reformulação empresarial. A terceirização busca, basicamente, que cada entidade execute processos e gere resultados para os quais esteja melhor preparada ou que sejam objeto-fim de suas atividades. Com cada organização realizando o que melhor sabe concretizar é de se esperar que a integração operacional, custos desembolsados, qualidade de processos e resultados alcancem nível ótimo.

Co-opetition,

(140Kb, Formato Power Point97, 60 slides) by Barry Nalebuff, (Yale School of Management)

Cooperation in creating value. Competition in dividing it up. Not cycles of War, Peace, War ... Simultaneously War and Peace. "You have to compete and cooperate at the same time" . Ray Noorda, Novell

Co-opetition,

(40Kb, Formato Word97, 5 pg.) (Uma entrevista com Adam Brandenburger e Barry Nalebuff autores de CO-OPETITION, ):

CO-OPETITION é um modo novo de pensar sobre negócios. Algumas pessoas vêem negócios apenas como competição. Eles pensam que negociar equivale a entrar numa guerra onde se considera que para ganhar alguém tem que perder. Outras pessoas vêem negócios do ponto de vista da cooperação e parceria. Mas negócios podem envolver simultaneamente cooperação e competição. É a CO-OPETIÇÃO. Este termo foi criado por Ray Noorda, fundador da companhia de software de networking Novell: " Você tem que competir e cooperar ao mesmo tempo "

How It Companies Compete,

(32Kb, Formato Word97, 3 pg.) By: Dan Branda., (Canadian Business Review, 1995, Vol.22):

Information technology companies are using internal and external strategies to boost their competitiveness. Information technology (IT) companies worldwide understand that their share of any product category or service might evaporate overnight. They accept that today's array of products and services could become obsolete and therefore unprofitable tomorrow. Product life cycles for everything from CPUs to storage capacity are measured in months, not years. To compete effectively, next year's solutions must be on the drawing board today. Another cold reality: The products and services that drive the information highway no longer generate the same returns they did just a few years ago. Profit margins seem to be shrinking almost as fast as the products themselves evolve, and to compete effectively, IT companies must merchandise to global markets. These new business imperatives have led to a rethinking of how IT companies compete, especially in the Canadian context.

Co-opetition: Book Reviews ,

 (75Kb, Formato Word97, 11 pg.)

Três artigos (em inglês) fazendo comentários e criticas sobre o tema Co-opetition.

 

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COMPETITIVIDADE SISTÊMICA

 Estão superadas as abordagens que definem a competitividade como sendo apenas uma questão de preços, custos (especialmente salários) e taxas de câmbio. Nas duas últimas décadas, os países que se mostraram competitivamente vitoriosos (Alemanha e Japão) afirmaram-se no mercado internacional, apesar de terem experimentado fortes incrementos nos seus custos salariais e de terem enfrentado longos períodos de relativa sobrevalorização cambial. Em vista disso, surgiu uma definição de competitividade mais abrangente, isto é, o conceito de competitividade sistêmica, o qual admite   que o desempenho empresarial depende e é também resultado de fatores situados fora do âmbito das empresas e da estrutura industrial da qual fazem parte; como a ordenação macroeconômica, as infra-estruturas, o sistema político-institucional e as características sócio-econômicas dos mercados nacionais. Todos estes aspectos são específicos a cada contexto nacional e devem ser explicitamente considerados nas iniciativas públicas ou privadas de indução de competitividade.

A frase de Sengenberger e Pyke [BNDES, 1993] traduz com precisão a importância deste conceito:

" O Problema das empresas não é o fato de SER PEQUENO, mas, o fato de ESTAR ISOLADO. "

Colaborações e indicações de textos são bem vindas.

 

New Strategies For Inner-City Economic Development,

(167Kb, Formato Word97, 14 pg.) By: Porter, Michael E..,(Economic Development Quarterly, Feb97, Vol. 11):

Revitalizing America's inner cities requires an economic strategy, to build viable businesses that can provide sorely needed, nearby employment opportunities. Economic development in inner cities will come only from recognizing the potential advantages of an inner-city location and building on the base of existing companies, while dealing frontally with the present disadvantages of inner cities as business locations. The economic potential in inner cities has been largely unrecognized and untapped. The private sector, which must play a central role in inner-city economic development, is just beginning to recognize this potential and has already begun investing. By improving perceptions and tackling long-neglected problems in the inner-city business environment, this trend can be accelerated Government and community-based organizations have continuing, vital roles, but their efforts must be refocused from direct intervention to preparing and training the inner-city workforce and creating a favorable environment for business.

Clusters, And The "New" Microeconomics Of Competition - I,

 (52Kb, Formato Word97, 6 pg.)By: Porter, Michael E..,( Business Economics, Jan98, Vol. 33):

The "new" microeconomics of competition is contained in frameworks that structure the complexity of competition and inform managers of the choices they must make. This address focuses on the role of location, which has shifted from factor endowments and size to productivity and productivity growth; factor inputs are abundant and accessed via globalization. To increase productivity, factor inputs must improve in efficiency, quality and ultimately specialization to particular cluster areas. A cluster is a critical mass of companies in a particular location (a country, state, region or even a city). Governments have significant roles in creating an environment to support rising productivity, and companies have a different agenda than just building offices or factories. The article concludes with the impacts of this approach on contemporary policy issues, especially the environment and inequality.

Clusters, And The "New" Economics Of Competition - II,

(447Kb, Formato Word97, 13 pg.) By: Porter, Michael E.., (Harvard Business Review, Nov/Dec98, Vol. 76 Issue 6, p77):

Economic geography in an era of global competition poses a paradox. In theory, location should no longer be a source of competitive advantage. Open global markets, rapid transportation, and highspeed communications should allow any company to source any thing from any place at any time. But in practice, Michael Porter demonstrates, location remains central to competition. Today's economic map of the world is characterized by what Porter calls clusters: critical masses in one place of linked industries and institutions from suppliers to universities to government agencies-that enjoy unusual competitive success in a particular field. The most famous examples are found in Silicon Valley and Hollywood, but clusters dot the world's landscape.

Local Clusters in a Global Economy - III,

 (103Kb, Formato Word97, 7 pg.) By: Porter, Michael E..,(Economic Development Quarterly, Feb2000, Vol. 14):

Economic geography during an era of global competition involves a paradox. It is widely recognized that changes in technology and competition have diminished many of the traditional roles of location. Yet clusters, or geographic concentrations of interconnected companies, are a striking feature of virtually every national, regional, state, and even metropolitan economy, especially in more advanced nations. The prevalence of clusters reveals important insights about the microeconomics of competition and the role of location in competitive advantage. Even as old reasons for clustering have diminished in importance with globalization, new influences of clusters on competition have taken on growing importance in an increasingly complex, knowledge-based, and dynamic economy. Clusters represent a new way of thinking about national, state, and local economies, and they necessitate new roles for companies, government, and other institutions in enhancing competitiveness.

Algumas observações sobre Cluster’s em Santa Catarina,

(42Kb, Formato Word97, 6 pg.) por Jörg Meyer-Stamer

Uma das principais características da economia catarinense é a forte presença de clusters. Um cluster é um pólo industrial com um forte grau de especialização; o exemplo do Brasil mais citado, na literatura internacional, é o polo da indústria de calçados femininos no Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul (Schmitz 1995, 1998). No estado de Santa Catarina, os casos mais óbvios são os clusters da indústria de roupa de cama, mesa e banho no Vale do Itajaí, o cluster de vestuário de malha, também no Vale do Itajaí e o cluster moveleiro de São Bento. Estes são clusters fortes, com um perfil de especialização muito claro, cujo peso econômico domina os respectivos municípios. Outro cluster forte, mas com um peso não tão dominante na economia regional, é o cluster da cerâmica de revestimento na região de Criciúma. Há também o pólo eletro-metalmecânico de Joinville e Jaraguá do Sul.  Além disto, estão surgindo novos clusters na área de software em Florianópolis, Blumenau e Joinville, cada um com características distintas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg, abril 2.000)

Desenvolvimento Econômico Local e Regional,

(180Kb, Formato Power Point97, 17 slides) por Jörg Meyer-Stamer

A apresentação trata dos pontos chave de uma política de competitividade regionalizada; 1) criar uma vantagem competitiva regionalizada, 2) fortalecer ainda mais pontos fortes e alavancar potenciais existentes, 3) estimular a especialização e colaboração entre empresas e com instituições de suporte e 4) integração ativa em cadeias internacionais de distribuição. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg & Fundação Empreender, Joinville, Brazil, may 1999)

Metodologia do Projeto Marketing Municipal, ,

(41Kb, Formato Power Point, 13 slides) por Jörg Meyer-Stamer

O autor apresenta os princípios metodológicos adotados para desenvolver o Projeto de Marketing Municipal, que visa; 1) Projetar um lugar para fora, 2) Estimular um esforço local para aumentar a competitividade e 3) Criar vantagens competitivas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg e Fundação Empreender de Joinville, março 1999): 

 

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ESTUDOS DE COMPETITIVIDADE NO BRASIL:

Colaborações e indicações de textos são bem vindas.

 

Raio X Da Indústria Brasileira,

(34Kb, Formato Word97, 3 pg.) entrevista com Luciano Coutinho, ):

Contratado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e concebido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia -na época, Secretaria de Ciência e Tecnologia da Presidência da República-, foi concluído no ano passado, após dois anos de pesquisas, o Estudo da Competitividade da Indústria Brasileira. O trabalho, realizado sob a coordenação técnica dos professores Luciano Coutinho (Unicamp) e João Carlos Ferraz (UFRJ), teve como objetivo avaliar a situação das indústrias brasileiras e, além disso, buscar soluções para serem aplicadas na adequação da indústria nacional à realidade do mercado mundial. O resultado do estudo foi publicado, no final de 1994, pela editora Papirus, da Unicamp.

Estudo Da Competitividade Da Indústria Brasileira - Parte I,

(1.085Kb, Formato Word97, 332 pg.) RELATÓRIO FINAL publicado pelo MCT - FINEP - PADCT em dez1993. ):

Estudo da Competitividade da Indústria Brasileira foi viabilizado pelo Governo, no âmbito do Ministério da Ciência e Tecnologia através do PADCT da Secretaria de Tecnologia Industrial, com objetivo de identificar a participação das condicionantes da competitividade dentro de um horizonte do princípio do século 21. Embora guarde semelhança com estudos como Made in USA e Made in France, sua engenharia foi moldada na experiência brasileira através de discussão aberta dos temas, e mecanismos especiais de disseminação dos resultados e das sugestões geradas ao longo de mais de 2 anos de trabalho. O Consórcio autor dos estudos, selecionado por licitação entre outros candidatos competentes, foi acompanhado, durante os trabalhos, pela Comissão de Supervisão, de amplo espectro de experiência, que emitiu diretrizes, debateu e avaliou todos os trabalhos. O Estudo foi contratado pela FINEP com recursos da parcela nacional do PADCT .

Estudo Da Competitividade Da Indústria Brasileira - Parte II,

(631Kb, Formato Word97, 238 pg.)

RELATÓRIO FINAL publicado pelo MCT - FINEP - PADCT em dez1993.

Estudo de caso do "Cluster" Calçadista no Rio Grande do Sul

(545Kb, Formato PDF-Acrobat Reader, 42 pg.) por Cláudia Andreoli Galvão (IPEA, Brasília, jan/1999

Este estudo analisa a aglomeração de empresas de pequeno porte em um distrito industrial, tendo em vista a eficiência que produtores individuais adquirem ao somar seus esforços e trabalhar comunitariamente, para aumentar seu poder de barganha na construção de um sistema integrado e construtivo de suporte mútuo e de uso participativo dos recursos. Assim, é possível conquistar as economias de escala obtidas pelas empresas de grande porte, e contornar as deficiências que estas encontram como agentes individuais no mercado (decorrentes da atomização de sua demanda e da dispersão de sua oferta). O estudo expõe a discussão teórica sobre o conceito, as principais características e as implicações dos distritos industriais. Algumas das mais relevantes experiências internacionais são analisadas, a exemplo do clássico caso da Terceira Itália. O estudo de caso foi elaborado no complexo calçadista do Vale do Paranhana, no Rio Grande do Sul, no qual semelhanças e dessemelhanças com o caso italiano foram investigadas.

Participação, articulação de Atores Socias e Desenvolvimento Regional

(288Kb, Formato PDF-Acrobat Reader, 89 pg.)  por Pedro Bandeira (IPEA, Brasília, fev/1999):

Este trabalho é uma reflexão sobre o desenvolvimento recente, no Brasil, de práticas participativas visando ao desenvolvimento regional. O autor descreve e analisa cinco experiências de participação da sociedade civil vis-à-vis a problemática e as políticas de promoção do desenvolvimento regional: (i) a dos conselhos regionais de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul - COREDE; (ii) a dos conselhos municipais e regionais de Desenvolvimento Sustentável do Ceará; (iii) a das audiências públicas regionais, em Minas Gerais; (iv) a dos fóruns de Desenvolvimento Regional Integrado, de Santa Catarina; e (v) a das assembléias orçamentárias microrregionais do Espírito Santo.

 

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ESTUDOS DE COMPETITIVIDADE EM SANTA CATARINA:

Colaborações e indicações de textos são bem vindas.

 

Participatory Appraisal of Competitive Advantage (PACA),

(201Kb, Formato Word97, 44 pg.) by Jörg Meyer-

A Methodology to Support Local and Regional Development Strategy Initiatives, based on the Systemic Competitiveness Concept. The concept presented in this paper was formulated as a response to an articulated demand for support for local economic development efforts. The demand came from municipal-level Chambers of Industry and Commerce (Associações Comerciais e Industriais, ACIs) in the state of Santa Catarina in the South of Brazil. Around 1997/98, some ACI directors and executives perceived that it was necessary to promote economic development at the local level – unemployment and a sense of crisis was increasing, and federal and state governments which had traditionally played a leading role in stimulating economic development were less and less active in this field. However, it was not at all clear how to promote economic development at the local level. Stamer (Institute for Development and Peace, University of Duisburg & Fundação Empreender, Joinville, Brazil, may 1999)

Criando Vantagens Competitivas em Blumenau ,

 

(349Kb, Formato Power Point, 53 slides) por Jörg Meyer-Stamer

O objetivo do diagnóstico baseado na metodologia Marketing Municipal visa: 1) Projetar um lugar para fora, 2) Estimular um esforço local para aumentar a competitividade e 3) Criar vantagens competitivas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg , Fundação Empreender de Joinville e FURB de Blumenau, abril 1999)

Criando Vantagens Competitivas em Jaraguá,

 

(177Kb, Formato Power Point, 42 slides) por Jörg Meyer-Stamer

O objetivo do diagnóstico baseado na metodologia Marketing Municipal visa: 1) Projetar um lugar para fora, 2) Estimular um esforço local para aumentar a competitividade e 3) Criar vantagens competitivas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg , Fundação Empreender de Joinville, setembro 1999)

Criando Vantagens Competitivas em Brusque,

(249Kb, Formato Power Point, 42 slides) por Jörg Meyer-Stamer

O objetivo do diagnóstico baseado na metodologia Marketing Municipal visa: 1) Projetar um lugar para fora, 2) Estimular um esforço local para aumentar a competitividade e 3) Criar vantagens competitivas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg , Fundação Empreender de Joinville, outubro 1999)

Planejamento Sistêmico participativo:

Projeto Blumenau Vitrine Nacional

(225 Kb, Formato Word, 34 pg)

por Edgar von Buettner & Consultores Associados

 

Realizou-se nos dias 03 a 05 de novembro de 1999, no salão Heidelberg do Himmelblau Palace Hotel em Blumenau, um workshop de planejamento sistêmico participativo, com o objetivo de elaborar um plano de ações estratégicas para o município de Blumenau.

Ponto de partida foi o seguinte conceito de projeto: Projetos resultam da junção de esforços e por isto são instrumentos eficientes e eficazes para solucionar problemas complexos, que requerem a concepção e implementação de inovações, resultando na transformação da realidade social (no seu sentido lato), através da mudança comportamental das pessoas envolvidas.

 

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INTERNET & TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO – TI

Colaborações e indicações de textos são bem vindas.

 

As novas carreiras da Internet,

Por Laura Somoggi (revista Voce out/99) (Formato WORD, 7 pg.)

Você sabe o que faz um diretor de Web? Um webmaster? Um CKO? Pois chegou a hora de descobrir e, quem sabe, se candidatar a um desses postos ........

Situação atual do E Comercio,

(Workshop) (Formato WORD, 5 pg.):

Temas abordados : Distribuição eletrônica de produtos e serviços; Treinamento empresarial em comércio eletrônico; O novo profissional demandado pelo Mercado; Projeto-piloto de comércio Eletrônico Empresarial; Regulamentação nacional e internacional.

Como a Internet está mudando o país,

 Por Hélio Gurovtiz (revista Exame, Nov/99) (Formato WORD, 7 pg.):

A palavra Internet apareceu na EXAME pela primeira vez cinco anos atrás, em agosto de 1994. Tratava-se de uma reportagem antes de tudo didática. "Diariamente", dizia o texto, "trafegam pela rede milhões de cartas, programas de computador, arquivos eletrônicos e até fotografias". O autor notava que inclusive um - um único - filme já havia sido transmitido pela Internet. Num misto de surpresa e maravilha diante da nova tecnologia, afirmava haver no Brasil não mais que 36 000 usuários de Internet, todos no meio acadêmico. Isso é história. Hoje, esse número já foi multiplicado por mais de 100. O número de usuários da Internet passa de 3,6 milhões e cresce a um ritmo estimado em 50% ao ano. O Brasil já ocupa a 14ª posição mundial no registro de endereços na Web, à frente de países como Coréia, Espanha ou China. A Internet abandonou a academia há tempos e mais de 90% desses endereços pertencem a empresas. E as vendas pela Web a brasileiros correspondem a 88% do comércio eletrônico da América Latina, avaliado em 160 milhões de dólares em 1998. Tudo isso em apenas cinco anos.

Notícias da Internet,

coleção de notícias sobre a Internet

Venda de automóveis; Hábitos de consumo e Hackers.

Examining Eletronic Commerc,

 Por Simanta C. Chakrabosty (Sapient Corporation, Nov/98) (Formato POWER POINT, 46 slides)

A palestra conceitua Internet, sua história, situação atual e tendências.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TRABALHOS DE GRUPO APRESENTADOS

Este espaço apresenta trabalhos de grupos apresentados durante o curso “A nova Economia e Competitividade”, no formato de comunicação/artigo. Os temas escolhidos são livres e visam propiciar uma oportunidade para os participantes aprofundarem seus conhecimentos nos assuntos que despertaram um especial interesse e expressar sua opinião de forma estruturada e científica..

 

Benchmarking: Conceito, vantagens, cuidados e estratégias,

 (95Kb, Formato Power Point, 17 slides)

Autores: Marlos Muller, Maria Isabel Duarte, Maria Goretti Ranquetti e Sergio Buzzi

Este trabalho apresenta o conceito de Benchmarking,

seus princípios, características, tipos, benefícios potencias, desafios, exemplos, o projeto Made in Brasil da FIESC e alguns LINK’s úteis.

Co-opetição,

(50Kb, Formato Word, 7 pg.)

AUTORES: Elias Martins, Jair Kuhnen, Jean Carlo Fritzke, Jean Ricardo S. Zonta, Maurício Scholemberg

O tema coopetição assume crescente importância, pois o processo de globalização das economias dos últimos anos resultou num contexto mundial onde as mudanças são cada vez mais aceleradas, atingindo todos os setores das economias, desde o político, econômico, tecnológico até o social. Neste contexto, a Coopetição constitui-se como uma boa alternativa, contudo, para este conceito ser utilizada de forma eficaz necessita ser bem compreendido. Com este o objetivo o presente estudo visa desenvolver o conceito, apresentar exemplos e realizar considerações sobre as vantagens e obstáculos que podem ser esperados.

Ensino a Distância

(62Kb, Formato Word, 11 pg.)

Autores: Déborah Diná dos Santos, Gilberto Osmar  Iten, Marciano burkhardt, Miriam grutzmacher e Sérgio Osvaldo Riedel

Este trabalho pretende ser um resumo dos artigos mais interessantes que foram encontrados sobre o tema EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA na Internet. Embora tenhamos citado alguns dados referentes a outros países, procuramos nos ater ao âmbito nacional. Quando da escolha do tema tínhamos imaginado tratar de internet, videoconferência e cursos on-line. No entanto, durante a pesquisa notamos o quanto é significativa e importante para nosso país a EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA como um todo, independente do meio utilizado.

O futuro do trabalho: a hora e a vez do ócio...,

(39Kb, Formato Word, 5 pg.)

Autores: Alfredo Schwartz, Dagmar Wilke, Luiz Gustavo Tierling

Quanto mais aumentamos o tempo livre, mais repouso poderá ser transformado em consumo produtivo. Quanto mais tempo passamos diante da televisão, mais se contribui para formar a audiência. Quanto mais incansáveis formos num cruzeiro ou passeio turístico, quanto mais dermos o nosso parecer a quem nos entrevista, para depois vender a pesquisa, tanto mais se transforma o nosso repouso em trabalho não remunerado que os publicitários, as operadoras de turismo, os institutos de pesquisa transformam em mercadoria no seu próprio interesse econômico. A única e escassa forma de repouso é o descanso.

Profissões do futuro

(47Kb, Formato Word, 10 pg.)

Autores: Erica Lohmann Barreto de Souza,  Gibran S.Kamel, Luís Roberto Feliciano, Marise Morell, Rosana Buzzi        

A transição para a Nova Economia, para a nova ordem social e para a nova interação política traz, de um lado confusão e desconforto. De outro, um dinamismo, um desafio a cada hora e oportunidades jamais imaginadas.

A revolução do talento

(38Kb, Formato Word, 9 pg.)

Autores: Gisele Virginia Heinig, Hermes Tomedi, Jossely Tavares, Luciana Manske, Sandro Wolframm

O profissional que quiser se diferenciar e fazer sucesso no futuro, em qualquer área de atuação precisará saber obter e partilhar o conhecimento. A capacidade de comunicação será uma habilidade imprescindível. Será preciso saber se comunicar. Saber compartilhar conhecimento com profissionais de várias especialidades diferentes. O conhecimento é produzido coletivamente. E quem não dividir e trocar conhecimento terá apenas informação, sem, contudo aperfeiçoar sua formação pessoal e profissional.

Teletrabalho:  uma necessidade...

(75Kb, Formato Word, 12 pg.)

Autores: Adelino Sasse, João Luiz Kornely, John Bremer Filho, Marcelo Nikel, Raphael Stange

O mundo assiste hoje à redefinição do espaço de trabalho na medida em que a tendência aponta para a integração de novas tecnologias, tais como:  o acesso remoto a redes dentro e fora das empresas, videoconferência em rede local, utilização partilhada de documentos em tempo real e redistribuição de chamadas telefônicas.Estas tecnologias, devidamente implementadas, permitem uma redefinição do trabalho, assim como da forma de o executar.  Elas possibilitam também a aceleração de negócios, aliada a importantes aumentos da eficiência da empresa.

 

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MESTRADO em ADMINISTRAÇÃO MODERNA de NEGÓCIOS

Este espaço reúne os artigos disponibilizados para leitura e discussão da disciplina :

COMPETITIVIDADE SISTÊMICA DE ORGANIZAÇÕES.

 

What is strategy?

 

(88Kb, Formato Word, 12 pg.) By: Porter, Michael E.., (Harvard Business Review, Nov/Dec96, Vol. 74)

For almost two decades, managers have been learning to play by a new set of rules. Companies must be flexible to respond rapidly to competitive and market changes. They must benchmark continuously to achieve best practice. They must outsource aggressively to gain efficiencies. And they must nutture a few core competencies in the race to stay ahead of rivals.

Local Clusters in a Global Economy - III,

(103Kb, Formato Word, 7 pg.) By: Porter, Michael E..,(Economic Development Quarterly, Feb2000, Vol. 14):

Economic geography during an era of global competition involves a paradox. It is widely recognized that changes in technology and competition have diminished many of the traditional roles of location. Yet clusters, or geographic concentrations of interconnected companies, are a striking feature of virtually every national, regional, state, and even metropolitan economy, especially in more advanced nations. The prevalence of clusters reveals important insights about the microeconomics of competition and the role of location in competitive advantage. Even as old reasons for clustering have diminished in importance with globalization, new influences of clusters on competition have taken on growing importance in an increasingly complex, knowledge-based, and dynamic economy. Clusters represent a new way of thinking about national, state, and local economies, and they necessitate new roles for companies, government, and other institutions in enhancing competitiveness.

Cluster´s Inovativos I,

(4.3Mb, Formato PDF, 23 pg.) By: Porter, Michael E..,( Council On competitiveness, 2002)

Cluster´s Inovativos II,

(5.8Mb, Formato PDF, 177 pg.) By: Porter, Michael E..,( Council On competitiveness, 2002)

The Clusters of Innovation Initiative is perhaps the most ambitious project in the nearly

20-year history of the Council on Competitiveness. As cited in the Acknowledgments, many

individuals and organizations played key roles in the project’s success. None, however, gave more of their time, attention, and expertise than the project’s co-chairs, Duane Ackerman, chairman and CEO of BellSouth, and Michael Porter of Harvard University, both of whom are members of the Council's Executive Committee. Duane brought his tremendous leadership and prestige, and Michael his international reputation as the leading expert on cluster theory and competitiveness. Michael’s pioneering work on innovation and industry clusters is embedded in this project. The Council on Competitiveness owes a debt of gratitude to them both.

Geometria da Competição,

(123kb, Formato Word, 19 pg.) By: Bruce Chew.,( sem referências)

There are three labels which we have used extensively when we talk about competitive advantage. They are “low-cost” advantages,” “differentiated” advantages and “stuck-in-the-middle” which is a disadvantaged position. But what do these terms really mean? Stuck-in-the-middle is definitely a statement about competitive position—but when is it disadvantaged? When we talk about low-cost and differentiated businesses we are usually talking not about position but about how to earn above average returns. What if I have lower costs but slightly lower performance? Is this an advantaged position or not? How differentiated do I have to be to have an advantage? Is there such a thing as too differentiated?

Sobre Vantagem competitiva:Dinâmica e Posicional,

(91kb, Formato Word, 11 pg.) By: Ma, Hao; Business Horizons, Jan/Feb2000, Vol. 43

The Dichotomy of Positional and Kinetic Advantages: Competitive advantage is considered the basis for superior company performance. To perform at such a level consistently, a firm often has to nurture an evolving system of competitive advantages to carry it through competition and over time. What are the various possible types of such advantages? How can a firm systematically analyze the multiple advantages it could possess and use them to achieve and maintain superior performance? Building on research in strategic management, answers to these questions and others can contribute to managers' knowledge about the nature and content of competitive advantage. Such knowledge can help managers nurture and renew their firms' advantages more effectively through time.

Euro Cluster: Relatório Final,

(573kb, Formato PDF, 121 pg.) By: Philip Raines; University of Stradthcly Dez/2000.

O projeto Euro Cluster: procurou identificar e entender os fatores chaves de sucesso que fundamentam a arquitetura, a formação e a avaliação de políticas de desenvolvimento de Cluster´s. Foram analisados 6 casos europeus, que permitiram derivar diversas conclusões.

Governança e Cluster´s,

(95kb, Formato PDF, 35 pg.) By: Dirk Messner e Jörg Meyer-Stamer; Institute for Development and Peace, University of Duisburg

Fev/2000.

From State Theory to Governance Concepts: Why are we talking about governance? Or rather, why are we not talking about rule, like in “the rule of law” or “the rule of the state”? The answer is straightforward: because this would be a far too narrow view. It is obvious that it is not just governments who are ruling the world. And if we are looking specifically at the economic sphere, i.e. the world of firms and their environment, it is even more obvious that we have to deal with all sorts of “rulers”, not just government.

Politica Industrial,

(126kb, Formato PDF, 41 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer; Institute for Development and Peace, University of Duisburg, 1999.

La política industrial comprende aquellas medidas que apuntan a: - modificar de manera coordinada la estructura industrial por sectores (reducción de la capacidad instalada en las industrias “antiguas”, fomento de “nuevas” industrias), - incidir coordinadamente en la estructura industrial a nivel regional y - fomentar la competitividad de la industria. La política industrial es objeto de arduas discusiones centradas en los principios de la política de ordenamiento. Los partidarios de la política industrial afirman que el control absoluto de las fuerzas del mercado sobre la economía incentiva a las empresas a adaptar um comportamiento perjudicial para la economía nacional (fracaso del mercado). Existen varias causas para el fracaso del mercado.

Estratégias de desenvolvimento local e regional,

(175kb, Formato PDF, 25 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer; Institute for Development and Peace, University of Duisburg, Set/2001.

Numa época em que livros sobre a globalização estão sendo vendidos aos montes, não é de estranhar que assuntos como desenvolvimento local e regional, promoção econômica e geração de emprego e trabalho estejam sendo cada vez mais discutidos. Esse modismo não só se concretiza na proliferação de publicações sobre temas como promoção econômica local, desenvolvimento territorial, vantagem competitiva localizada, clusters, industrial districts,1 etc., como também se manifesta no crescente interesse das organizações da cooperação técnica por essas questões: o Banco Mundial promove projetos de desenvolvimento de clusters em vários pontos do mundo, a UNIDO aposta nessa idéia, e organizações bilaterais, como a GTZ, vêm fomentando experiências para a promoção local e regional da economia (com grande ênfase nas Micro e Pequenas Empresas – MPEs).

Algumas observações sobre Cluster’s em Santa Catarina,

(42Kb, Formato Word, 6 pg.) por Jörg Meyer-Stamer , 1999.

Uma das principais características da economia catarinense é a forte presença de clusters. Um cluster é um pólo industrial com um forte grau de especialização; o exemplo do Brasil mais citado, na literatura internacional, é o polo da indústria de calçados femininos no Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul (Schmitz 1995, 1998). No estado de Santa Catarina, os casos mais óbvios são os clusters da indústria de roupa de cama, mesa e banho no Vale do Itajaí, o cluster de vestuário de malha, também no Vale do Itajaí e o cluster moveleiro de São Bento. Estes são clusters fortes, com um perfil de especialização muito claro, cujo peso econômico domina os respectivos municípios. Outro cluster forte, mas com um peso não tão dominante na economia regional, é o cluster da cerâmica de revestimento na região de Criciúma. Há também o pólo eletro-metalmecânico de Joinville e Jaraguá do Sul.  Além disto, estão surgindo novos clusters na área de software em Florianópolis, Blumenau e Joinville, cada um com características distintas. (Institute for Development and Peace, University of Duisburg, abril 2.000)

Estimular o crescimento e aumentar a competitividade no Brasil,

(170kb, Formato Word, 41 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer; Institute for Development and Peace, University of Duisburg, Jan/1999.

A bem da verdade, é necessário dizer que, nos últimos quatro anos, não houve uma política industrial no Brasil. Mais do que isto, falar em política industrial era usar uma palavra feia, e isto não sem razão. Apesar de que a política industrial apresentou seus méritos no passado, ela também apresentou graves deficiências. Por um lado, é necessário reconhecer que o Brasil não teria o grau de industrialização que apresenta hoje, caso não tivesse havido uma política industrial. Por outro lado, esses sucessos traziam consigo aquilo que hoje parece ser uma das principais fraquezas do esforço industrial brasileiro. O propósito desta política era a criação de vantagens comparativas dinâmicas, dirigidas principalmente a setores industriais nos quais o Brasil não apresentava nenhuma vantagem comparativa estática. Assim o Brasil acabou apresentando uma forte tendência em favor das indústrias de capital intensivo. Seria injusto condenar os responsáveis pelas políticas industriais do passado, já que suas estratégias refletiam a filosofia predominante no seu tempo, e as políticas foram magnificamente implementadas, até pelo menos a década de 70.

Cadeia de Valor Global do Setor Cerâmico:

(1,5Mb, Formato PDF, 79 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer, Claudio Maggi e Silene Seibel; INF, FIESC, FINEP, Ago/2001.

Este estudo integra uma pesquisa internacional que tem o objetivo geral de analisar os desafios impostos às empresas dentro dos clusters industriais frente ao fenômeno da globalização. Busca-se precisar os mecanismos pelos quais clusters industriais constroem vantagens competitivas locais pelo upgrading de produtos, processos e funções empresariais. A inserção de clusters em cadeias de valor internacionais pode ter

efeitos positivos e negativos sobre sua capacidade competitiva, e influencia a governância local, tanto privada como pública. O cluster cerâmico da região de Criciúma, em Santa Catarina, foi incluído no estudo por ser um dos três maiores agrupamentos de empresas da indústria de revestimentos cerâmicos no mundo, ao lado de Castellón, na Espanha, e Sassuolo, na Itália. A pesquisa internacional é coordenada pelo IDS (Institute of Development Studies) na Universidade de Sussex, Inglaterra, e pelo INEF (Institute for Development and Peace), na Universidade de Duisburg, Alemanha. O IEL-SC é o coordenador brasileiro da pesquisa do cluster cerâmico, dentro de sua missão de disponibilizar conhecimentos estratégicos para fortalecer e ampliar a competitividade do setor produtivo catarinense. Localmente, o IEL trabalha em parceria com os organismos atuantes do setor cerâmico de Criciúma, como o Centro de Tecnologia Cerâmica de Criciúma (CTC), o Sindicato das Indústrias Cerâmicas de Criciúma (Sindiceram) e a Associação Comercial e Industrial de Criciúma (ACIC). Para viabilizar o estudo, o IEL-SC conta com o apoio da FINEP.

Como promover Cluster´s,

(163kb, Formato PDF, 21 pg.) By: Tilman Altenburg e Jörg Meyer-Stamer; GDI-Berlin e INF- Duisburg, 1999.

In this paper we propose to diferentiate between three types of clusters when it comes to formulating cluster-oriented policies in Latin America. Survival clusters of micro- and small-scale enterprises owe their existence more to unfavorable macroeconomic conditions and less to entrepreneurial competence and dynamism. Their competitive potential is limited. Support measures should mainly aim at improving the conditions for survival since these clusters are important in creating employment opportunities. The impetus should be to break through the low skills/low investment vicious circle. More advanced and di.erentiated mass producers have been Øourishing in the import-substitution era but are coming under enormous pressure with the transition to open economies. In these clusters the main challenge is to create an environment that stimulates and supports learning, innovation, and constant upgrading. Clusters of transnational corporations are typically dominated by foreign Ærms not only at the Æna  assembly stage but also in parts production. These clusters often are showcases of bestpractice manufacturing; this can be used to stimulate the upgrading of domestic Ærms, notably by involving them in the supply-chain of  transnationals.

Clustering and the Creation of an Innovation-Oriented,

(244kb, Formato PDF, 24 pg.) By: Jörg Meyer-Stamer; INF- Duisburg, Fev/2002.

In the course of the 1990s, clusters became a target for local and regional initiatives to  promote competitiveness and job-creation. What played an important role in putting clusters onto the policy agenda was a 1990 book by management guru Michael Porter, The Competitive Advantage of Nations, which in fact was much more about subnational regions than nations. Porter's argument underlined what other authors had argued before, namely that  firms which are operating with close proximity to a set of related firms and supporting institutions are often more competitive than firms which operate in an isolated manner (Piore and Sabel 1984, Schmitz 1989). This is due to both competition and co-operation. Competition at the local level is usually much less abstract, and often involves personified rivalries, thus creating a stronger pressure than the anonymous mechanism of the invisible hand. Co-operation does not necessarily mean formal alliances, even though even competitors have shown an increasing tendency to enter into arrangements such as strategic technology alliances.

 

 

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